“Brusque tem razão no que diz”

“Brusque tem razão no que diz”

“Brusque tem razão no que diz” “Brusque tem razão no que diz”

Comandante Geral da Polícia Militar de Santa Catarina, Coronel Dionei Tonet, se comprometeu com a distribuição técnica dos próximos policiais militares formados no Estado

 

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Brusque (CDL), o Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Brusque (Sindilojas), com apoio da Associação Empresarial de Brusque, Guabiruba e Botuverá (ACIBr) receberam, na noite desta segunda-feira, 30 de agosto, o Comandante Geral da Polícia Militar de Santa Catarina, Coronel Dionei Tonet, e o deputado estadual, Cel. Onir Mocellin, que preside a Comissão de Segurança Pública na Assembleia Legislativa (Alesc). O encontro aconteceu na chácara do empresário Ariberto Staack e reuniu lideranças políticas e empresariais.

A segurança pública foi a pauta do encontro, com ênfase em uma pesquisa elaborada este ano, pelo Observatório Social de Brusque, que comparou a quantidade de policiais militares nas cidades catarinenses, dividida pelo número de habitantes. Nesta análise, Guabiruba lidera a lista de municípios mais desassistidos, com um policial para cada 1876 habitantes. Gaspar vem logo atrás, seguida por Camboriú, Indaial e Brusque, que tem um policial militar para cada 1679 habitantes. Em contraponto, as regiões Oeste e Sul do Estado apresentam uma média bastante superior. São Miguel do Oeste tem um policial para cada 517 habitantes, índice semelhante ao de Laguna, com um para cada 518 moradores.

“Brusque tem razão no que diz e estamos trabalhando para trazer este equilíbrio nas forças de segurança, através de critérios técnicos”, afirma o Comandante Geral da PMSC, Coronel Dionei Tonet.

Segundo ele, o novo edital de concurso público para policiais militares no Estado deve ser lançado no mês de setembro. E, entre fevereiro ou março de 2022, cerca de 500 novos profissionais passarão a atender aos municípios catarinenses. “A região de Brusque está abaixo do nível ideal de policiais militares e isso será levado em conta na próxima distribuição. Não conseguiremos resolver o problema em uma única oportunidade e prevemos cinco anos para que esta adequação aconteça em Santa Catarina”, projeta o Comandante Geral.

O deputado estadual, Cel. Onir Mocellin, comemora os avanços alcançados pelo diálogo. “Estou plenamente convencido da diferença de tratamento entre as regiões de Santa Catarina e o meu papel é de intermediar essas relações para uma melhor equalização do efetivo policial no Estado”, comenta.

 

Avaliação

A presidente da Associação Empresarial de Brusque, Guabiruba e Botuverá, Rita Cassia Conti, enfatiza que, apesar da região ser uma das mais seguras para se viver no Brasil, é necessário investimentos que mantenham baixos os índices de criminalidade. “Vamos aguardar estes 500 policiais que estarão à serviço do Estado no início do próximo ano. O comandante nos prometeu equilíbrio e é isso que esperamos”, pontua Rita.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Brusque (Sindilojas), Marcelo Gevaerd, manifestou sua alegria com o encontro. “Saio satisfeito. Pedimos igualdade, pelo baixo número de policiais, e o comandante entendeu. Acredito que em médio prazo ele consiga atender este pedido”, comemora.

Já o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Brusque (CDL), Fabrício Zen, responsável pela apresentação de dados durante o encontro, chama a atenção para esses questionamentos que iniciaram no Conselho das Entidades e que irão beneficiar muitos municípios catarinenses. “Fomentamos perguntas e buscamos respostas. O que queremos é um tratamento igualitário e isonômico na distribuição de polícias formados pelo Governo do Estado”, salienta.

Participaram da reunião os prefeitos de Brusque, Ari Vequi, de Guabiruba, Valmir Zirke e de Navegantes, Libardoni Lauro Claudino Fronza. “Os empresários investem em câmaras de monitoramento e, através de Fundo Municipal, nossa polícia militar recebe cerca de R$ 800 mil por ano, para a compra de armamento, munição, entre outros. O que precisamos agora é o aumento de efetivo. Quanto maior o potencial de segurança de uma cidade, mais atrativa ela se torna para novos investidores”, comenta o prefeito de Brusque, Ari Vequi.

 

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